A Caixa de Pandura

A Caixa de Pandura

Coleção Trilogia O Último Policial

Autor: MATHILDA KÓVAK E SUELY MESQUITA

Preço: R$ 39,50

44 pp. | 21x26 cm

ISBN: 978-85-325-2232-0

Assuntos: Infantil, Rocco Pequenos Leitores

Selo: Rocco Jovens Leitores

Conjugando poesia com encantadoras ilustrações, as escritoras e compositoras Mathilda Kóvak e Suely Mesquita juntam seu bom humor e jeito para contar histórias com o traço refinado do artista gráfico Marcello Araújo em A caixa de Pandura.

Nesta pequena epopeia em versos, a dupla Kóvak e Mesquita conta a história de Pandura, uma menina pão-dura que guardava todos os seus brinquedos numa caixa escura com um monstro horroroso de vigia para espantar, quando ela não estivesse por perto, qualquer menino esperto que tentasse abri-la. Menos Salabim, um garoto espertinho que achava que tudo que existia no mundo pertencia a ele e cantava assim: “Tudo para mim/ Só para mim/ Nada mais para ninguém!” Uma possessividade que não faz nada bem.

De cara com o monstro, Salabim pensou que o bicho espantoso era dele e dele somente e, todo sorridente, foi descobrir todas as coisas que se escondiam na caixa: uma boneca, uma escova de dente, um forte-apache, um videogame, uma caneta, um saci-pererê, uma chupeta, joaninhas, chicletes chupados, álbum de figurinhas, uma cachorra de pelúcia, uma ursa chamada Lúcia, entre tantos outros brinquedos e objetos dos mais diversos guardados por Pandura.

E assim, passou a achar que tudo na caixa era dele, Salabim. Pandura ficou fula com tamanha cara-de-pau e foi reaver o que era seu afinal. Tamanha confusão, é evidente, só pode gerar gargalhadas de montão. A caixa de Pandura, com sua narrativa fluida e lúdica, brinca – e filosofa nas entrelinhas – com o egoísmo involuntário e muito natural entre os pequenos.

O livro traz o requinte do lirismo que escorre suave pelos ouvidos com ilustrações que fascinam e encantam no primeiro piscar de olhos – coisa mesmo para se guardar, bem ao estilo das autoras, na caixa da “cachola”, para não esquecer de ler e rir nunca mais.

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O AUTOR

Autoras:

Mathilda Kóvak e Suely Mesquita nunca foram pão-duras. Sempre gostaram de dividir brinquedos, canções, shows… De sua caixinha de música, já saíram dezenas de parcerias. Muita gente famosa já gravou música composta por elas. E muita gente que ainda vai ficar famosa também.

Desta caixa saíram ainda vários projetos dos quais elas foram curadoras e curandeiras: “Retrôpicália”(1992); “O ovo”(1996); “Bolsa Nova”(2002/03). Agora elas sacaram, lá do fundo, este livro, onde suas diferenças complementam-se outra vez. Suely é alta. Mathilda é baixinha. Mathilda é acelerada. Suely é calminha. Suely é clássica. Mathilda é nonsense. Suely é jazz. Mathilda, rock ’n’ roll. Mas, na verdade, sua parceria dá é samba, e elas se revezam nestes papéis, só para confundir o monstro que habita as caixas vazias de idéias, quando ele vem atrapalhar a aventura que a imaginação de ambas partilha.

Na caixa de Mathilda, existem também roteiros de filmes premiados, shows, CDs, outros livros infantis, HQs, livro de contos, programas de TV e rádio e, claro, muitas canções.

Na de Suely, CDs, preparação vocal de artistas para gravar, tournées premiadas, fotografia, literatura, e, claro, música, muita música.

Ilustrador:

As compositoras e escritoras, que dividem quase tudo, chamaram, para brincar com as ilustrações, Marcello Araújo, ilustrador e tocador de pandeiro, autor de livros infantis laureados e que, diferente de Salabim, o par de Pandura, não quer tudo só para si. Por isto, emprestou seu traço elegante e original à ilustração art déco-lorida de A caixa de Pandura, inspirada na estética do filme mudo, em preto e branco, A caixa de Pandora.

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