Capa do livro Viva o Zé Pereira!

Viva o Zé Pereira!

Coleção Caras e Máscaras

Autor: karen acioly

Preço: R$ 22,00

40 pp. | 21x21 cm

ISBN: 978-85-62500-34-3

Assuntos: INFANTIL, ROCCO PEQUENOS LEITORES, CINEMA/TEATRO/TV

Selo: Rocco Jovens Leitores

Disponível em e-book

Preço: R$ 14,50

E-ISBN: 978-85-81222-48-6

Terceiro título da coleção Caras e Máscaras, que reúne os premiados Tuhu, o menino Villa-Lobos e Os meus balões – O incrível encontro de Júlio Verne e Santos Dumont, Viva o Zé Pereira!é mais um texto teatral da consagrada atriz e diretora Karen Acioly a chegar às livrarias, pelo selo Rocco Jovens Leitores. Depois de narrar a trajetória do maestro Villa-Lobos e de criar um encontro imaginário entre o inventor do avião e o autor de Cinco semanas num balão e outras aventuras fantásticas, no novo livro Karen conta um pouco da origem do Carnaval no Rio de Janeiro a partir da história do português José Nogueira de Azevedo Paredes.

Diz a tradição que o tal sujeito era um sapateiro português assentado na então capital da colônia em meados do século XIX. Certa feita, com saudade das festas de sua terra natal, o sapateiro saiu tocando seu bumbo pelas ruas da cidade, e acabou juntando o povo num grande festejo. Em pouco tempo, o bumbo ganhou a companhia do tambor, da caixa, da zabumba e do tamborim; o grupo virou cordão; a rima virou música; e o confete chegou para colorir ainda mais a festa. Nascia assim, em 1850, o primeiro Zé-Pereira nacional.

Segundo o músico, professor e pesquisador Oscar Bolão – que fez o papel título na peça escrita e dirigida por Karen Acioly em 1998 e assina a orelha do livro –, os chamados Zé-Pereiras são herdeiros dos grupos característicos das festas e romarias do norte de Portugal. Durante o Carnaval, “eles infernizavam as ruas com suas caixas de rufo e bombos”, e assim o termo passou a ser usado para designar qualquer tipo de folguedo popular acompanhado de zabumbas e tambores.

Mas foi em 1896, com a montagem da comédia O Zé Pereira carnavalesco, uma paródia da peça francesa Les Pompiers de Nanterre, que a tradição do Zé Pereira se tornou ainda mais popular por aqui, imortalizada na quadrinha criada por Francisco Correia Vasques, responsável pela adaptação da canção original: “Viva o Zé Pereira / Que a ninguém faz mal / E viva a bebedeira / Nos dias de Carnaval!”

Ô abre-alas que o Zé Pereira quer passar e contar essa história cheia de alegrias, ritmo e tradições para os pequenos!

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O AUTOR

Karen Acioly é uma inventora de histórias para livros, peças teatrais e filmes. Nasceu no Rio de Janeiro, onde fez teatro desde muito pequena. Estudou belas-artes e letras, mas se formou em comunicação e pós-graduou em metodologia do ensino superior.

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