Capa do livro Não deixe meu bebê participar de rodeios

Não deixe meu bebê participar de rodeios

Autor: boris fishman

Preço: R$ 59,90

368 pp. | 14 x21 cm

ISBN: 978-85-325-3124-7

Assuntos: FICÇÃO – ROMANCE/NOVELA

Selo: Rocco

Disponível em e-book

Preço: R$ 25,90

E-ISBN: 978-85-812-2754-2


“Fishman descreve as turbulências da maternidade e da vida familiar com um astuto distanciamento. Sua linguagem tem a originalidade e a imaginação de alguém que adota a língua inglesa com pensamentos e ritmos inesperados e é, simplesmente, uma alegria de se ler.” – The New York Times


“Uma história eloquente e nada cínica sobre o quão longe devemos viajar para descobrir o que realmente queremos e quem realmente somos.” – Chicago Tribune

O segundo romance de Boris Fishman é uma história sobre adoção – de uma criança, mas sobretudo de um país. Tudo começa quando, aos oito anos, Max foge de casa. Ou melhor, tudo começa duas décadas antes, quando Maya Shulman e Alex Rubin, judeus de origem soviética – ela, da Ucrânia e ele, da Bielorrússia – se conhecem nos Estados Unidos e logo se estabelecem como um casal em Nova Jersey. Mais tarde, por uma impossibilidade biológica, decidem adotar um filho. Nascido no estado de Montana, o pequeno Max era, como ouviram de suas famílias e dos supervisores de adoção, "inquestionavelmente gentio" e “um americano de primeira”. Seu pai biológico, de 18 anos, ganhava a vida montando touros; e a mãe, ao entregá-lo a Maya, fez um único e enigmático pedido: "Por favor, não deixe meu bebê participar de rodeios."

Poucas horas após desaparecer ao sair da escola, Max é encontrado com o rosto mergulhado num rio dentro de uma fazenda a quilômetros de distância de Nova Jersey. Disse que estava contando pedrinhas debaixo d’água. Mas não era a primeira vez que o menino agia de maneiras que os pais não eram capazes de entender ou, muito menos, explicar: ele insistia em dormir no chão, já tinha sido visto com a cabeça rodeada de vespas (que pareciam muito pacíficas em sua companhia) e havia indícios de que ultimamente estivesse comendo grama. Se há respostas para tudo isso, elas só podem estar em Montana. E é para lá que Maya e Alex partem em seguida.

Tem início uma viagem pelo coração de um país – uma jornada de estrangeiros por terras ainda mais estranhas –, mas também pela alma de um casamento e, acima de tudo, pela essência individual de cada um. De uma hora para outra, Maya e Alex percebem a fragilidade do mundo que habitam e se veem abandonando definitivamente a vida que conheciam. Ou, como diz a frase citada em certa altura da narrativa, “a gente tem o que quer, mas não o que planeja”.

Com personagens muito humanos, livres de qualquer estereótipo, e uma prosa ao mesmo tempo delicada, eloquente e mordaz, pontuada com humor e melancolia, Não deixe meu bebê participar de rodeios trata de identidade, alteridade e laços familiares; de buscarmos sentido num mundo que nos assusta, julga e repele – e, mesmo assim, sermos capazes de chamá-lo de lar.

Fishman, nascido na Bielorrússia e radicado nos EUA, apresenta obra que supera as expectativas geradas por sua aclamada estreia literária, Vidas reinventadas, também publicada pela Rocco. Não deixe meu bebê participar de rodeios foi listado como um dos melhores livros de 2016 pelo New York Times, que afirmou que "sua linguagem tem a originalidade e a imaginatividade de alguém que chega à língua inglesa com pensamentos e ritmos inesperados na cabeça, algo que, simplesmente, torna a leitura muito prazerosa.”

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O AUTOR

Boris Fishman nasceu na Bielorrússia e imigrou para os EUA aos 9 anos. É autor do romance Vidas reinventadas, publicado pela Rocco, que foi nomeado Notable Book of the Year pelo The New York Times e ganhou a medalha Sophie Brody da American Library Association. O trabalho de Fishman vem sendo publicado na New Yorker, na New York Times Magazine, no Wall Street Journal, na London Review of Books, entre outros. O autor vive em Nova York.

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