Capa do livro Amar, Verbo Atemporal

Amar, Verbo Atemporal

100 Poemas de Amor

Autor: celina portocarrero (org.)

Preço: R$ 30,00

240 pp. | 14x21 cm

ISBN: 978-85-325-2775-2

Assuntos: FICÇÃO – POESIA

Selo: Rocco

COMPRE O LIVRO

Disponível em e-book

Preço: R$ 21,50

E-ISBN: 978-85-81221-52-6

Abrangendo a produção literária de cinco séculos, a coletânea de poesia Amar, verbo atemporal apresenta o que nenhuma outra jamais conseguiu: um verdadeiro mosaico das mais variadas e distintas interpretações líricas do amor. Organizado pela poeta e tradutora Celina Portocarrero, o livro reúne 50 poemas de autores clássicos, nascidos entre os anos de 1623 e 1897, e mais outros 50 inéditos, de autores nascidos entre 1936 e 1989, traçando em cores diversas uma ampla radiografia do sentimento amoroso, colhida de todos os cantos do país e abarcando os principais momentos da poesia brasileira.

O livro colhe pérolas da literatura nacional, como um poema do multifacetado Euclides da Cunha, autor do clássico Os Sertões, e mais versos de autores cujas poesias são pouco conhecidas, como os de Machado de Assis, Arthur Azevedo e da única mulher entre os poetas clássicos, Carmem Freire, baronesa de Mamanguape. Além de resgatar os barrocos Gregório de Mattos e Manoel Botelho, considerado o primeiro autor brasileiro a ter um livro impresso, a obra junta o melhor da safra de nossos poetas românticos, entre os quais Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Sousândrade, passando pela tríade parnasiana formada por Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia e pelos simbolistas Cruz e Souza, Alphonsus de Guimaraens e Pedro Kilkerry.

Entre os contemporâneos, figuram veteranos, como o imortal da Academia Brasileira de Letras Domício Proença Filho e o premiado Ruy Espinheira Filho. Mais conhecidos como ficcionistas, os autores André de Leones e Adriana Lisboa, já publicados pela Rocco, mostram exemplares de suas obras poéticas ainda inéditas. Antonio Carlos Secchin e Suzana Vargas, mais conhecidos por trabalharem com crítica e teoria literária, também dão sua contribuição.

E os poetas da nova geração, como Bruna Beber, Ramon Melo e os novíssimos Alice Sant’Anna e Flávio Morgado – nascidos, respectivamente, em 1988 e 1989 – mostram a nova cara da escrita poética sobre relações amorosas, ratificando o que o título do livro deixa claro: que o amor – do barroco ao moderno, do mais puro e ingênuo ao mais incompreensível e abrasador – não tem tempo, está sempre atual e nunca envelhece.

Comente  
Instagram

O AUTOR

Celina Portocarrero é poeta. Tradutora premiada, trabalha com cinco idiomas, alimenta-se de livros e encontra ar na poesia.

Página do autor +