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Concurso O mundo de Anne Frank – Resultado

Envie sua pergunta para a autora Janny van der Molen
27 de julho de 2015


concurso o mundo de anne frank

Símbolo do horror do regime nazista e referência histórica para as novas gerações, Anne Frank tem sua trágica história (re)contada com sensibilidade em O mundo de Anne Frank – Lá fora a guerra, obra assinada por Janny van der Molen. Para escrever o livro, a holandesa – que vem ao Brasil em agosto para a série de encontros Café Amsterdã – visitou a casa da família Frank na Alemanha, o esconderijo usado entre 1942 e 1944 em Amsterdã, os campos de concentração de Westerbork, Auschwitz e Bergen-Belsen e realizou entrevistas e uma ampla pesquisa, recorrendo a fontes diversas, como o diário da jovem, documentos históricos e fotografias. O resultado é uma obra tocante que contextualiza a história de Anne Frank para as novas gerações com uma narrativa delicada e enriquecida com belas ilustrações de Martijn van der Linden.

Agora, vocês, nossos leitores, terão oportunidade de conhecer melhor Janny van der Molen e seu trabalho. Para celebrar o lançamento de O mundo de Anne Frank, a autora responderá cinco perguntas dos leitores brasileiros. Envie suas questões nos comentários deste post até as 10h da próxima segunda-feira, 3 de agosto. Nossa equipe selecionará as cinco melhores e os autores das perguntas escolhidas receberão um exemplar de O mundo de Anne Frank, cada. Estão esperando o quê? Mãos à obra!

[Resultado] Confira as perguntas selecionadas por nossa equipe. As perguntas foram tão boas, que resolvemos escolher sete: 

Marcel Koury: qual foi sua maior dificuldade ao pesquisar sobre a vida da jovem Anne Frank?

 Leticia Ramos de Mello Oliveira: durante o evento Café Amsterdã, você irá se encontrar com Nanette Blitz Konig, que foi colega de classe de Anne Frank no colégio e que também passou pelos campos de concentração nazistas e que atualmente vive no Brasil. Antes desse encontro, você e Nanette já se encontraram durante suas pesquisas para escrever “O Mundo de Anne Frank”? Além de Nanette, houve outras pessoas ligadas à vida de Anne Frank que você encontrou fora da Europa durante a pesquisa?

Jhanyfer Carvalho: como foi escrever sobre Anne? O que você sentiu quando começou a visitar os lugares por onde eles viveram e qual a maior e melhor experiência você pode tirar disso tudo? O que você diria para Anne, caso tivesse a oportunidade de conhecê-la?

Flavia Pinheiro Guimaraes: reviver Anne Frank é se sentir personagem daquele contexto em que ela viveu? Foi possível manter distanciamento daquela realidade ou a pesquisa se tornou mais profunda quanto mais você mergulhava de cabeça na história real?

Carolina Ordonha: qual a importância de Anne Frank para você, a ponto de decidir escrever um livro sobre ela? E como é a Janny van der Molen antes e depois de “O Mundo de Anne Frank – lá fora a guerra”? O que Anne mudou em sua vida?

Thayná: lendo “O Diário de Anne Frank” é perceptível que Anne é uma garota inteligente e muito à frente de seu tempo. Costumo acreditar que Anne teria se tornado uma grande escritora, conhecida não apenas por sua história e possíveis livros escritos, mas por ser também uma defensora ativa dos direitos das mulheres. O que você imagina que Anne Frank seria se tivesse sobrevivido ao Holocausto?

Stéphanie Sarli Marconi: qual foi o fato (ou situação) mais impressionante ou marcante com o qual você se deparou durante suas pesquisas e entrevistas para esta obra?

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Comentários sobre "Concurso O mundo de Anne Frank – Resultado"

  1. Como leitores não temos dúvida de que a história de Anne é uma verdadeira lição de vida, mostrando a forma de pensar de uma menina, onde seus pensamentos estavam em constante transformação. Gostaria de saber como você se sentiu ao escrever sobre uma personagem já existente e principalmente num cenário real? Alguns conceitos da vida de Anne mudaram ou significaram na sua vida para você poder escrever sobre ela?
    Obrigado!!!

  2. Tratar sobre Anne Frank é mergulhar em um mundo que mais parece ficção do que realidade, dada a complexidade e difícil aceitação dos fatos que ocorreram. Para você, como escritora, como foi imersar nessa realidade para (re)contar a história de Anne Frank?

  3. O Diário de Anne Frank: excepcional. Quando nós lemos este livro tiramos algo para si, uma memória, nostalgia ou até uma lição de vida. Janny, o que você tirou para si a partir do primeiro contato com a comovente história dessa garota que infelizmente viveu em uma época nazista?

  4. Qual a importância de Anne Frank para você, a ponto de decidir escrever um livro sobre ela? E como é a Janny van der Molen antes e depois de “O Mundo de Anne Frank – lá fora a guerra”? O que Anne mudou em sua vida?

  5. Todo mundo que já leu Anne Frank vivenciou um pouco daquela época pelos olhos dessa “criança”. Como foi para você se sentir tão próxima dessa pessoa real que emociona a cada dia mais e mais leitores e tratá-la como uma personagem?

  6. Lendo “O Diário de Anne Frank” é perceptível que Anne é uma garota inteligente e muito à frente de seu tempo. Costumo acreditar que Anne teria se tornado uma grande escritora, conhecida não apenas por sua história e possíveis livros escritos, mas por ser também uma defensora ativa dos direitos das mulheres. O que você imagina que Anne Frank seria se tivesse sobrevivido ao Holocausto?

  7. Além do aniversário de 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, celebrados esse ano, um outro fator que aumentou a popularidade da história de Anne Frank nesse últimos anos entre os jovens foi o fato de John Green ambientar uma cena de seu livro mais popular “A culpa é das estrelas” na casa de Anne Frank em Amsterdã, mencionando no livro o drama que Anne e muitos judeus passaram durante o Holocausto. Isso foi um incentivo a mais para escrever “O Mundo de Anne Frank”? Qual é a dificuldade de aproximar ainda mais essa história real aos jovens após o sucesso do livro de John Green?

  8. Mesmo após 70 da Segunda Guerra Mundial e da morte de Anne Frank, o antissemitismo ainda está presente em muitas pessoas, principalmente nos grupos fundamentalistas religiosos do Oriente Médio e das gangues neonazistas presentes na América e na Europa. Você escreveu “O mundo de Anne Frank” com o intuito de evitar que mais jovens entendam o que realmente o que foi o Holocausto e se afastem de movimentos antissemitas? Recebeu cartas ou e-mails de leitores que saíram do antissemitismo graças ao seu livro?

  9. Como você reage ao ver nos noticiários quase todos os dias, que cada dia mais jovens tem se alistados em grupos fundamentalistas, que tem caracteristicas bem similares ao nazismo, sabendo que muitas “Anne’s” podem ter suas vidas perdidas por causa desses ideais? Que mensagem você deixaria se pudesse conversar com esses jovens?

  10. Mesmo após 70 da Segunda Guerra Mundial e da morte de Anne Frank, o antissemitismo ainda está presente em muitas pessoas, principalmente nos grupos fundamentalistas religiosos do Oriente Médio e das gangues neonazistas presentes na América e na Europa. Você escreveu “O mundo de Anne Frank” com o intuito de que mais jovens entendam o que realmente foi o Holocausto e se afastem de movimentos antissemitas e fundamentalistas? Recebeu cartas ou e-mails de leitores que saíram do antissemitismo graças ao seu livro?

    P.S.: Pessoal da Rocco, tive que reescrever essa pergunta porque ao reler, percebi que ao colocar “evitar” antes de “que mais jovens saibam..”, ela ficou com um senso confuso e que, de algum modo, iria contra ao que realmente queria perguntar. Peço desculpas e que ignorem a versão anterior dessa pergunta.

  11. Soube que além de O mundo de Anne Frank, você escreveu uma biografia de Etty Hillesum, uma mulher judia holandesa que assim como Anne, escreveu em diários o que acontecia a sua volta durante a Segunda Guerra Mundial e que também morreu em um campo de concentração nazista, mas que, diferente de Anne, trabalhou no Conselho Judaico, um órgão burocrático do governo nazista, e no campo de transito de Westerbork, onde muitos judeus ficavam antes de serem levados aos campos de concentração. O que as histórias de duas mulheres tão diferentes, mas tão parecidas, tem de lição para os nossos dias? Os diários de Elly mereciam ser tão conhecidos e lembrados quanto os de Anne Frank?

  12. Durante o evento Café Amsterdã, você irá se encontrar com Nanette Blitz Konig, que foi colega de classe de Anne Frank no colégio e que também passou pelos campos de concentração nazistas e que atualmente vive no Brasil. Antes desse encontro, você e Nanette já se encontraram durante suas pesquisas para escrever “O Mundo de Anne Frank”? Além de Nanette, houve outras pessoas ligadas à vida de Anne Frank que você encontrou fora da Europa durante a pesquisa?

  13. Como uma pessoa que ama o diário e a história de Anne, todo universo de Anne deve soar fascinante para ti. Mas como em qualquer pesquisa, sobre qualquer figura histórica, sempre surge algo que incomoda. Algo incoerente com todo o demais. O que em suas pesquisas chocou você?

  14. Você também escreve para crianças. Acha importante que elas aprendam desde cedo a amar a leitura, saber um pouco mais sobre história e ter um senso crítico? Com qual idade acha que isso deve começar?

  15. Por que você escolheu escrever sobre Anne Frank e qual foi a maior dificuldade em relatar a história dela? Afinal, Anne Frank é uma verdadeira lição de vida e nos transmite tantas mensagens e nos toca de uma maneira indescritível.

  16. Mesmo depois de 70 anos da morte de Anne Frank e do fim da 2° Guerra Mundial como você se sentiu quando decidiu recontar essa história emocionante dessa menina que com apenas 15 anos viveu em uma das (se não for a pior) época da história da humanidade? O seu trabalho com certeza honrou uma das obras mais importantes do século XX, disso não tenho dúvidas, mas o que te levou a escrever esse livro e, se hoje você pudesse ter a oportunidade de fazer 3 perguntas a Anne Frank, quais seriam elas?

  17. Como foi escrever sobre Anne? O que você sentiu quando começou a visitar os lugares por onde eles viveram e qual a maior e melhor experiência você pode tirar disso tudo? O que você diria para Anne, caso tivesse a oportunidade de conhecê-la?

  18. Anne Frank viveu um mundo de fantasia dentro da realidade, ou seja, enquanto o mundo sofria com a Segunda Guerra Mundial, ela vivia dentro de um sótão, pois ela não sabia exatamente a realidade que se encontrava? Pois quando eu li o “Diário de Anne Frank” eu senti essa certeza.

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