Seis livros para confiar na vida

Para quem quer começar 2020 acreditando em um ano incrível!
9 de janeiro de 2020


Tem coisa melhor o que começar um novo ano com uma lista de leitura repleta de livros que fazem a gente confiar no poder da vida?! Para quem quer começar 2020 acreditando em um ano incrível, indicamos esses seis livros abaixo! Confira!

Bella Figura

O livro da iraniana Kamin Mohammadi é um relato emocionante e divertido que celebra a transformação pessoal e todas as delícias italianas.
Editora de uma luxuosa revista de moda, em Londres, ela trabalhava num regime de muitas horas, muitas cobranças e pressões que culminou com sua demissão. Depois de uma profunda decepção, tampouco era feliz na vida amorosa. Interagindo com os florentinos, Kamin descobriu o estilo bella figura, o conceito italiano de tornar todos os aspectos da vida tão bonitos quanto possível, a partir disso ela adquiriu novos hábitos e mudou seu estilo de vida, passando a viver de forma mais saudável e prazerosa possível.


O verão em que salvei o mundo…em 65 dias

Um verão. Uma menina. Um plano. 65 maneiras de fazer a diferença. Neste livro romântico e cativante, Michele Weber Hurwitz, elogiada autora de livros juvenis, conta a história de Nina Ross, uma menina de 13 anos que, um pouco entediada e solitária
durante as férias, resolve dar um gostinho diferente aos seus dias com um plano inusitado: fazer uma boa ação por dia, anonimamente, a alguém de sua vizinhança. A cada um dos 65 dias em que põe seu plano em prática, Nina descobre algo novo sobre seus vizinhos e sua família capaz de surpreendê-la. E aprende que as coisas podem não acontecer sempre do jeito que esperamos, mas podem ser ainda melhores. Como o verão inesquecível em que ela salvou o mundo – ou pelo menos fez uma pequena diferença nele – e as próprias férias.

 

A improvável teoria de Ana & Zak 

Zakory Duquette e Ana Watson estudam no mesmo colégio e estão prestes a terminar o ensino médio. Zak planeja cursar uma faculdade qualquer, aprender o suficiente para ganhar a vida e ter tempo para se dedicar ao que realmente interessa: o mundo geek. Ao contrário de Zak, Ana esforça-se ao máximo para ser a melhor aluna. Sua vida resume-se a estudar e a realizar atividades que causem boa impressão no currículo. Tudo isso para conseguir não apenas uma vaga, mas a bolsa de estudos que permitirá ir para uma universidade bem longe de casa.

A vida dos dois segue em paralelo até o dia em que a sra. Brinkham chama Zak para uma conversa. Ele está encrencado, corre o risco de ficar mais um semestre no colégio por não ter levado a sério as aulas de saúde. Para não repetir de ano, a sra. Brinkham dá a Zak apenas uma alternativa: participar dos jogos acadêmicos em Seattle no dia 2 de março. Ele topa, mas logo se dá conta de uma enorme “tragédia”. Os jogos acadêmicos serão na data mais importante de sua vida, pela qual espera ansiosamente todos os anos… o dia da Washingcon, uma enorme convenção de ficção científica, realizada ironicamente também em Seattle. Só que desta vez ele terá de se contentar com um jogo bobo de conhecimentos gerais. É aí que os caminhos de Zak e Ana se cruzam.

A menina da montanha 

Tara Westover tinha 17 anos quando pisou pela primeira vez numa escola. Criada nas montanhas de Idaho, nos Estados Unidos, ela cresceu preparada para enfrentar o fim do mundo. Sua casa era praticamente um abrigo antiaéreo com estoque de comida. Tara também nunca foi a um médico. A família vivia totalmente isolada da sociedade, sem ninguém para oferecer uma educação formal, ou para proteger a jovem dos ataques violentos de um irmão mais velho. Quando um dos irmãos da jovem conseguiu chegar à universidade e trouxe notícias da vida além das montanhas, Tara decidiu tentar um novo estilo de vida. Ela aprendeu, de forma autodidata, matemática, gramática e ciência, e conseguiu chegar à universidade, onde estudou psicologia, política, filosofia e história. Sua busca por conhecimento a transformou e a levou para Harvard e Cambridge. A trajetória de superação de Tara é contada em A menina da montanha, um dos mais aclamados lançamentos do ano. Narrado com ritmo e fôlego de romance, o relato autobiográfico ocupa os primeiros lugares da concorrida lista dos mais vendidos do The New York Times desde o lançamento, acaba de ser eleito o livro do ano de 2018 pela Amazon e já figura entre as principais listas dos mais vendidos do Reino Unido, Canadá, Itália e Irlanda, países onde foi lançado.

Britt-Marie esteve aqui 

Britt-Marie é uma simpática senhora de um pouco mais de 60 anos, fazedora de palavras cruzadas, que vive em algum lugar da Inglaterra. Ok, ela não é tão simpática
assim. Acostumada a uma vida cheia de rotinas, Britt-Marie faz listas para tudo e o seu maior orgulho é a gaveta de talheres minuciosamente arrumada nesta ordem: garfos, facas, colheres. Exatamente nesta ordem. Casada há muitos anos com Kent, um falastrão oportunista, Britt-Marie divide seu tempo entre cuidar dos filhos dele, da casa e aguardar que chegue a sua vez. Sua vez de ver a vida com outros olhos e talvez conhecer Paris, um sonho que há muito permeia suas noites de sono.
Pois esqueça tudo o que leu sobre Britt-Marie até aqui. Britt-Marie agora é uma senhora recém separada à procura de um emprego e é assim que começa a nossa história.
Britt-Marie esteve aqui é uma história sobre amizade, amor e vida em plenitude. Recheada de personagens emblemáticos, a trama nos leva a refletir sobre solidão, concessão, frustração e superação, temas que apesar de cinzas, ganham cores através da leveza de suas páginas. Com um humor sarcástico carinhosamente dosado para nos cativar, Britt-Marie esteve aqui tem tudo para se tornar um dos livros favoritos de todas as estantes.

Limite zero 

Autor de A Chave, publicado pela Rocco, e uma das estrelas do filme O Segredo, Joe Vitale revela aos leitores, em Limite zero – O sistema havaiano secreto para a prosperidade, saúde, paz e mais ainda, como evoluiu de menino sem-teto a profissional de negócios bem-sucedido – através do Ho’oponopono. Em parceria com o terapeuta e Ph.D. Ihaleakala Hew Len, Vitale atualiza este antigo sistema havaiano de cura. A dupla mostra que, ao lançar mão de quatro frases fundamentais do método – “Sinto Muito”; “Me Perdoa”; “Eu te Amo” e “Obrigado” –, é possível desarmar os programas mentais automatizados que geralmente são colocados em ação sem percebermos.

O Dr. Hew Len utiliza uma técnica havaiana chamada de Ho’oponopono no qual o princípio básico da cura baseia-se na afirmação de que todos nós participamos de tudo que acontece no Universo. Qualquer fenômeno ou acontecimento é reflexo de um eu interior, de pensamentos conscientes e inconscientes, e de nossas ações.

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