10 sugestões para o Dia Mundial do Livro

Confira as nossas dicas para você passar o dia mundial do livro como mais gostamos: lendo histórias incríveis!
23 de abril de 2021


Você sabia que o Dia Internacional do Livro foi criado pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), em 1995 e, desde então, vem sendo celebrado em todo o mundo no dia da morte de William Shakespeare e de Miguel de Cervantes, o 23 do abril?

Para comemorar essa data tão importante para nós, apaixonados por livro, selecionamos alguns títulos do nosso catálogo você não pode deixar de ler

HARRY POTTER E A PEDRA FILOSOFAL (ilustrado por MinaLima)

Uma nova edição impressionante de Harry Potter e a Pedra Filosofal! Experimente a história de magia mais amada do mundo de uma nova forma. Totalmente ilustrada em cores brilhantes, com capa dura e elementos interativos artesanais em papel, criados pelo premiado estúdio MinaLima, essa nova versão do primeiro livro da série Harry Potter vai encantar os leitores de todas as idades!

Harry Potter é um garoto cujos pais, feiticeiros, foram assassinados por um poderosíssimo bruxo quando ele ainda era um bebê. Ele foi levado, então, para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural. Pelo contrário.

No dia de seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais. O menino de olhos verde, magricela e desengonçado, tão habituado à rejeição, descobre, também, que é um herói no universo dos magos. Potter fica sabendo que é a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal e essa é a causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer; ele é Harry Potter, símbolo de poder e resistência

JOGOS VORAZES

Constituída por uma suntuosa Capital cercada de 12 distritos periféricos, a nação de Panem se ergueu após a destruição dos Estados Unidos. Como represália por um levante contra a capital, a cada ano os distritos são forçados a enviar um menino e uma menina entre 12 e 18 anos para participar dos Jogos Vorazes. As regras são simples: os 24 tributos, como são chamados os jovens, são levados a uma gigantesca arena e devem lutar entre si até só restar um sobrevivente. O vitorioso, além da glória, leva grandes vantagens para o seu distrito.

Quando Katniss Everdeen, de 16 anos, decide participar dos Jogos Vorazes para poupar a irmã mais nova, causando grande comoção no país, ela sabe que essa pode ser a sua sentença de morte. Mas a jovem usa toda a sua habilidade de caça e sobrevivência ao ar livre para se manter viva. As reviravoltas do jogo e as dificuldades enfrentadas pela protagonista levam os leitores a sofrer junto com ela, enquanto descobrem um pouco sobre seu passado e seu relacionamento com Peeta Mellark, o outro tributo enviado pelo Distrito 12 para lutar nos Jogos Vorazes.

Inspirada pelo mito grego de Teseu e o Minotauro e bebendo nas melhores fontes da ficção científica, Suzanne Collins faz uma dura crítica à sociedade do espetáculo atual e prende a atenção do leitor da primeira à última página com um romance envolvente e perturbador.

PERTO DO CORAÇÃO SELVAGEM

Romance de estreia de Clarice Lispector, Perto do coração selvagem causou grande impacto entre a crítica especializada, merecendo comentários elogiosos de luminares como Antonio Candido, Sérgio Milliet e Alceu de Amoroso Lima. Isso porque o livro rompia inteiramente com o realismo dos romances regionalistas que dominavam a produção literária brasileira da década de 1940. Privilegiando o fluxo de consciência e os dilemas interiores em detrimento dos acontecimentos do mundo exterior, esse romance põe em cena uma das mais expressivas personagens femininas da literatura nacional, a impulsiva e libertária Joana (para Benjamin Moser ela é “um animal, mais ‘natural’ que humana”), que não se conforma com a submissão e luta para se afirmar plenamente em uma sociedade tacanha e patriarcal.










Capa de Entrevista com o vampiro (capa dura)ENTREVISTA COM O VAMPIRO

Estranha, espantosa, erótica, perversa, irresistível. Pode-se até dizer que tais adjetivos normalmente assombram o nosso imaginário a respeito de vampiros. Mas a série de “crônicas vampirescas”, criada por Anne Rice, usa esse imaginário apenas como entrada de um “banquete” muito mais que meramente macabro.
Escrita em 1976, Entrevista com o vampiro inicia a série que apresentou O vampiro Lestat e A rainha dos condenados, levando os críticos à descoberta de que se trata da mais voluptuosa e sedutora história de horror do nosso tempo.
Uma história que começa com a ousadia de um jovem repórter ao entrevistar Louis de Pointe du Lac, nascido em 1766 e transformado em vampiro pelo próprio Lestat, figura apaixonante que terminará, ao longo da série, arrebatando multidões como cantor de rock.






Capa de As vantagens de ser invisível - nova edição

AS VANTAGENS DE SER INVISÍVELl

Manter-se à margem oferece uma única e passiva perspectiva. Mas, de uma hora para outra, sempre chega o momento de encarar a vida do centro dos holofotes. Mais íntimas do que um diário, as cartas de Charlie são estranhas e únicas, hilárias e devastadoras. Não se sabe onde ele mora. Não se sabe para quem ele escreve. Tudo o que se conhece é o mundo que ele compartilha com o leitor. Estar encurralado entre o desejo de viver sua vida e fugir dela o coloca num novo caminho através de um território inexplorado. Um mundo de primeiros encontros amorosos, dramas familiares e novos amigos. Um mundo de sexo, drogas e rock’n’roll, quando o que todo mundo quer é aquela música certa que provoca o impulso perfeito para se sentir infinito. A luta entre apatia e entusiasmo marca o fim da adolescência de Charlie nesta história divertida e ao mesmo tempo instigante.








A MORTE DA SRA. WESTWAY

Quando Hal Westaway recebe uma carta inesperada anunciando que ela herdou uma soma substancial de sua avó da Cornualha, aquilo lhe parece uma resposta às suas preces. Ela deve dinheiro a um agiota e as ameaças do sujeito estão cada vez mais agressivas: ela precisa botar a mão em dinheiro vivo o mais breve possível. Existe apenas um problema: as avós de Hal morreram há mais de vinte anos. A carta foi enviada à pessoa errada. Hal sabe, no entanto, que as técnicas que usa para “ler” as pessoas através do tarô podem ajudá-la a conseguir esse dinheiro. Se alguém tem habilidade para comparecer ao funeral de um estranho e reivindicar um espólio que não lhe pertence, é ela. Ao chegar à cerimônia, porém, Hal percebe que há algo muito, muito errado a respeito de toda aquela situação, e a herança está no centro de tudo. Mas Hal Westaway fez sua escolha, e não pode voltar atrás.










O PROJETO DECAMERÃO

Em 1353, Giovanni Boccaccio escreveu O Decamerão, cem histórias reunidas por um grupo de jovens que saem de Florença para quarentenar em seus arredores enquanto aguardam o fim da peste que assolava a Europa.

Em 2020, os editores do New York Times criaram O Projeto Decamerão, uma antologia de histórias escritas enquanto a pandemia ainda avançava sobre os seis continentes. Um tributo a um tempo e lugar diferentes de qualquer outro em nossas vidas, oferecendo novas perspectivas e reflexões para o leitor hoje e amanhã, quando a Covid-19 for apenas uma lembrança.











MULHERES QUE CORREM COM OS LOBOS

Os lobos foram pintados com um pincel negro nos contos de fada e até hoje assustam meninas indefesas. Mas nem sempre eles foram vistos como criaturas terríveis e violentas. Na Grécia antiga e em Roma, o animal era o consorte de Artemis, a caçadora, e carinhosamente amamentava os heróis. A analista junguiana Clarissa Pinkola Estés acredita que na nossa sociedade as mulheres vêm sendo tratadas de uma forma semelhante. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, Clarissa descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Seu livro, Mulheres que correm com os lobos, ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, como a história do patinho feio e do Barba-Azul, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam.




O CONTO DA AIA

O romance distópico O conto da aia, de Margaret Atwood, se passa num futuro muito próximo e tem como cenário uma república onde não existem mais jornais, revistas, livros nem filmes. As universidades foram extintas. Também já não há advogados, porque ninguém tem direito a defesa. Os cidadãos considerados criminosos são fuzilados e pendurados mortos no Muro, em praça pública, para servir de exemplo enquanto seus corpos apodrecem à vista de todos. Para merecer esse destino, não é preciso fazer muita coisa – basta, por exemplo, cantar qualquer canção que contenha palavras proibidas pelo regime, como “liberdade”. Nesse Estado teocrático e totalitário, as mulheres são as vítimas preferenciais, anuladas por uma opressão sem precedentes. O nome dessa república é Gilead, mas já foi Estados Unidos da América. Uma das obras mais importantes da premiada escritora canadense, conhecida por seu ativismo político, ambiental e em prol das causas femininas, O conto da aia foi escrito em 1985 e inspirou a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original), produzida pelo canal de streaming Hulu em 2017.





SOBRE A TERRA SOMOS BELOS POR UM INSTANTE

Sobre a terra somos belos por um instante é uma carta de um filho para uma mãe que não sabe ler. Escrita quando o narrador, Cachorrinho, está perto dos trinta anos, a carta traz à luz uma história de família que começou antes de ele nascer – uma história cujo epicentro tem suas raízes no Vietnã e que chega a Hartford, em Connecticut – e que serve como porta de entrada para partes da vida dele que a mãe jamais conheceu, tudo levando a uma inesquecível revelação.

Testemunho do amor angustiado, porém inegável, entre uma mãe solteira e seu filho, Sobre a terra somos belos por um instante é também uma exploração brutalmente honesta de raça, classe e masculinidade. Fazendo perguntas centrais para o momento americano, imerso no vício, na violência e no trauma, mas sustentado pela ternura e pela compaixão, trata-se de um livro sobre o poder de se contar a própria história, e sobre o silêncio aniquilador de não ser ouvido.

Com urgência e beleza atordoantes, Ocean Vuong escreve sobre pessoas que se veem entre mundos díspares, questionando como podemos curar e resgatar uns aos outros sem abandonar quem somos. A pergunta sobre como sobreviver, e sobre como fazer disso uma espécie de alegria, é o combustível desse retrato perturbador de uma família, de um primeiro amor, e do poder redentor do ato de contar histórias.

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