Em primeira pessoa

As aventuras de Jajá

por Susana Schild
31 de março de 2016


Foi assim que Jajá entrou na minha vida: vinda não se sabe de onde, correu sobre um muro, se estabanou sobre plantas (há testemunhas),  pulou um portão, subiu dois andares de escada e só não tocou a campainha porque tinha um instrumento mais eficiente: seus miados. Convenhamos: uma aventura e tanto para uma gatinha que cabia na palma da mão.

Jajá de patas retinhas: Alguém pode cuidar de mim, por favor?

Jajá de patas retinhas: Alguém pode cuidar de mim, por favor?

Foi abrir a porta, entrar e pronto – começou a história desta felina valente,  um pouco arisca,   mas disposta a tudo para conquistar o seu lugar naquela casa já ocupada por uma rival.   O coração da dona foi conquistado com o primeiro olhar.

Por que contar essa história baseada em fatos felinos reais? Refazendo a pergunta:  como deixar de contar esta história?

A convivência com gatos tem sido um privilégio que desfruto desde a adolescência.  No momento, tenho três – além de Jajá, Nina e Talula, uma recém-chegada cheia dos encantos.

Jaja_1

Eles (ou elas) são assim: cheios dos encantos, de manias. Cada um com seu jeito único de chamar atenção ou demonstrar afeto.  Circulam entre quatro paredes como se desfilassem em palácios. Elegantes, suaves, tranquilos. Sábios animais. E Jajá, em seu primeiro ano de vida, deu provas de todas essas qualidades (e alguns pequenos defeitos).  Sempre irresistível em suas particularidades.  Sim, eu sei.  Para os donos, cada bichano é único. E sabem de uma coisa? São mesmo.

Jajá: "socorro"

Jajá: “socorro”

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