Os primeiros responsáveis pelo avanço do homem branco na direção do Oeste norte-americano foram os exploradores Lewis e Clark, naturais da Virgínia e ex-oficiais do exército. Foram eles que, entre os anos de 1804 e 1805, percorreram mais de 1.600 km no rio Missouri. Partiram de Saint Louis, na atual divisa entre Illinois e Missouri, atravessaram a região hoje correspondente a esse estado, passaram por um pequeno trecho do Kansas, seguiram pela área hoje situada na divisa entre Iowa e Nebraska, atravessaram Dakota do Sul e Dakota do Norte, quebrando à esquerda para cortar todo o atual estado de Montana, transpor as Montanhas Rochosas, atravessar Idaho e Oregon até atingir o oceano Pacífico na região da atual localidade de Fort Clatsop.

Meriwether Lewis era secretário particular do presidente dos EUA, Thomas Jefferson, e William Clark seu assistente na heróica expedição integrada por 43 homens e três barcos, que em determinados trechos de corredeiras tiveram que ser penosamente arrastados por terra durante mais de um mês. Atravessaram os territórios de diversas tribos indígenas, como os Oto, os Missouri, os Sioux e os Arikara, mas não foram molestados em nenhum instante pelos índios, estabelecendo sempre contatos amigáveis com troca de presentes e mantimentos. Os mapas e os levantamentos topográficos efetuados pela dupla, bem como o enorme interesse suscitado pelos relatos da expedição, em muito contribuíram para impulsionar a ocupação do Oeste pelos brancos.

Essa expedição apresentou interessantes aspectos de integração e de reconhecimento pacífico de culturas que se contemplavam com indisfarçado interesse. Dela participava um único negro, York, escravo de Clark, homem de força descomunal que fascinava os índios por onde passava pois esses jamais haviam visto um negro antes. Por outro lado, foi essa a primeira e uma das raras vezes, ou porventura até mesmo a única vez em que se empregou uma mulher como intérprete: Sacagawea (Mulher Pássaro). Esposa do mercador francês Toussaint Charbonneau, era de nobre estirpe da tribo dos Shoshone que havia sido raptada por bandoleiros e seguiu a expedição com seu filho recém-nascido, Jean-Baptiste, às costas.

A conquista do Oeste

A expansão para oeste não poderia ter ocorrido se Jefferson não houvesse comprado a Louisiana da França em 1803, aproveitando-se da circunstância de que Napoleão necessitava urgentemente de dinheiro para financiar suas guerras de conquista. Assim, despendendo apenas 11,25 milhões de dólares, os EUA conseguiram duplicar seu território anexando uma gigantesca área que depois de dividida viria a dar origem a 13 novos estados.

Jefferson demonstrou invulgar tirocínio e invejável capacidade de antecipação, pois pouco tempo depois, na década de 1840, a população, que no início do século XIX era de apenas sete milhões de habitantes, já havia chegado à casa dos trinta milhões (sobretudo em virtude da imigração européia), necessitando portanto de terra para se acomodar. Recente levantamento indica que, entre 1800 e 1914, 60% de todos os imigrantes europeus que cruzaram o Atlântico se fixaram nos Estados Unidos, provando que ele tinha razão em buscar a ampliação do território. O problema é que Jefferson queria mais. Muito mais... Seu sonho era anexar o Canadá e o Alasca e depois descer rumo à Patagônia, transformando as três Américas numa única e triunfante América sob a égide dos EUA.

Tanta ânsia por terra fez com que os índios norte-americanos sofressem o primeiro grande baque com o Removal Act de 1830, com o qual o Congresso ordenava o deslocamento das nações Cherokee, Creek, Choetaw, Chickasaw e Seminole, dando assim foros oficiais a um processo já deflagrado pelos próprios colonos. Assim, na década de 1840, puderam se intensificar as expedições migratórias rumo ao Oeste tão exploradas por Hollywood, algumas das quais terminaram de forma desastrosa. Como aquela liderada por Donner que, após ficar isolada durante terrível inverno, fez com que seus integrantes apelassem para o canibalismo. Na vertente oposta, a expedição mórmon de 1847, perfeitamente organizada e conduzida, redundou na ocupação do Utah, estado até hoje de maioria mórmon. Os primeiros colonos vinham em pesados carroções que atravessavam lenta e penosamente o país em caravanas integradas por centenas de pessoas. Depois surgiram os trens, cujos trilhos se espalharam pela terra agreste quais cicatrizes nas costas de um guerreiro, assinalando de modo inequívoco e doloroso que nada mais seria como antes, quando os deuses ainda viviam perto dos homens, e um bravo podia atravessar a pradaria a galope cavalgando um mustang com a velocidade do vento. Empregadas não como instrumento de migração e sim como meio de transporte rápido e corriqueiro entre cidades, imperavam depois as stagecoaches (diligências), tão apreciadas pelos bandos de fora-da-lei que infestavam as poeirentas estradas do tempo do Velho Oeste como o seriam depois pelo cinema hollywoodiano.

De início os índios aceitaram os brancos de bom grado. Contudo, quando estes começaram a chegar aos milhares, tomando conta e cercando suas áreas de caça, invadindo seus locais sagrados, os conflitos se tornaram inevitáveis. Em 1830, o presidente Jackson obrigou os índios a se fixarem a oeste do rio Mississípi, assegurando que os brancos se manteriam distantes deste território. Mas logo os brancos desrespeitaram esse limite e foram tomando à força as terras dos índios, até que o próprio governo criou o conceito de Direito Manifesto, ratificado pela Lei de Preempção de 1860 (ou direito de preferência), segundo a qual os brancos poderiam se estender "por todo o continente concedido pela Providência para o livre desenvolvimento dos nossos habitantes".

Culturas em conflito

Os índios receberam bem os primeiros brancos porque reverenciavam a terra e julgavam inadmissível a sua posse, mas os brancos pensavam de modo inteiramente diferente, reivindicando a posse da terra e conspurcando-a de todas as formas. Abatiam florestas inteiras para aproveitar a madeira ou para alcançar veios de carvão, escavavam o subsolo para extrair suas riquezas e ocupavam áreas gigantescas com a criação de gado. Nas grandes planícies a ampla superfície plana, favorável para a criação de gado, apresenta a desvantagem de ter vegetação pobre, fazendo com que cada novilho necessite de quatro hectares de terra para sua subsistência. Assim, no Wyoming de hoje - segundo estado criador de gado, logo depois de Montana - há três vezes mais gado do que gente...

Para acelerar a ocupação do Oeste, o governo concedeu enormes extensões de terra às ferrovias, e os índios logo identificaram nestas um inimigo poderoso, conforme deixou bem claro em dramático apelo feito em setembro de 1867 o chefe Cauda Pintada: "O Pai Grande tem feito estradas que alcançam leste e oeste. Essas estradas são a causa de todos os nossos problemas... O território onde vivemos está cheio de brancos. Toda nossa caça foi embora. Tenho sido amigo dos brancos e sou agora... Se pararem com suas estradas poderemos pegar nossa caça. Esse território do rio Powder pertence aos Sioux... Meus amigos, ajudem-nos; tenham piedade de nós."

A caça foi, desde sempre, a fonte principal de subsistência da maioria dos índios norte-americanos e, com o avanço inexorável dos brancos, não houve como eles preservarem os hábitos ancestrais, pois a atuação predadora dos colonos dizimava manadas inteiras de búfalos. Com efeito, conforme denunciou Dee Brown em seu excelente Enterrem meu coração na curva do rio: "Dos 3,7 milhões de búfalos destruídos de 1872 a 1874, só 150 mil foram mortos pelos índios. Quando um grupo de preocupados texanos perguntou ao general Sheridan se nada iria ser feito para deter a matança indiscriminada dos caçadores brancos, ele respondeu: 'Deixem-nos matar, esfolar e vender até que o búfalo tenha sido exterminado, pois esse é o único modo de conseguir paz duradoura e permitir à civilização progredir'." Nos dias de hoje, quando a consciência ecológica é um fato universal, o conceito de "civilização" do general Sheridan faria sorrir, se não fizesse antes chorar. Sobretudo quando se sabe que os caçadores, interessados unicamente nas peles, abandonavam milhares de carcaças de búfalos nas pradarias, criando um cenário de pútrida e dantesca desolação que entristecia e revoltava os índios que, tradicionalmente, aproveitavam de forma racional todas as partes dos animais: a carne, o tutano e a gordura consumidos na alimentação, as peles e o couro usados na confecção de roupas, mocassins e tendas, o pêlo empregado em cintos e cordas, enquanto os chifres eram aproveitados para a feitura de colheres e copos. Como muito bem demonstrou Dee Brown em seu formidável ensaio, os verdadeiros selvagens na história da conquista do Oeste eram os brancos e não os índios. Por sinal, conforme observou seu tradutor para o português, Geraldo Galvão Ferraz, a contribuição de Brown foi essencial: "O resultado [da publicação do seu livro] foi fulgurante. Após Enterrem meu coração na curva do rio, a opinião pública voltou-se para o índio. Uma avalanche de livros e filmes (Pequeno grande homem e Seven Arrows, por exemplo) realizou a tardia revisão histórica da 'epopéia da conquista do Oeste'."

A história do Oeste é em grande parte a história da evolução das armas de fogo. Quando teve início a marcha para o interior dos Estados Unidos ainda se usavam as carabinas de um único tiro, alimentadas pela boca. Mas a Guerra de Secessão - transcorrida entre 1861 e 1865 - acelerou a produção de todos os tipos de armamentos ditos de repetição, capazes de efetuar diversos disparos sem necessidade de recarga a cada tiro. Quando empregadas contra os índios, armados de arcos e flechas, lanças e tomahawks (a característica machadinha de guerra) estes não tinham a menor chance, tombando aos milhares. Entre as armas leves, se destacava absoluto o revólver Colt calibre 44, o preferido dos pistoleiros profissionais. Entre os rifles, os mais importantes eram o Springfield calibre 30, empregado pelo exército, e o Winchester calibre 44, de uso generalizado entre os civis. Além destas armas leves, portáteis, o exército costumava atacar as aldeias indígenas com armas de grosso calibre, como os canhões Hotchkiss, capazes de lançar cargas explosivas a mais de três quilômetros de distância.

O genocídio dos índios foi a crônica de uma morte anunciada que nem mesmo os mais bem-intencionados conseguiam deter. O desespero impotente dos líderes indígenas foi explicitado de forma eloqüente pelo já citado Cauda Pintada, dos Sioux Brulés, em 1865: "Esta guerra não surgiu aqui em nossa terra; esta guerra foi trazida até nós pelos filhos do Pai Grande [o presidente dos EUA] que vieram tomar nossa terra sem pedir preço e que, em nossa terra, fizeram muitas coisas más. O Pai Grande e seus filhos culpam-nos por estes problemas... Nossa vontade era viver aqui, em nossa terra, pacificamente, e fazer o possível pelo bem-estar e prosperidade do nosso povo, mas o Pai Grande encheu-a de soldados que só pensavam na nossa morte. Alguns do nosso povo que saíram daqui de maneira a poder mudar alguma coisa, e outros que foram para o norte caçar, foram atacados pelos soldados dessa direção e, quando chegaram ao norte, foram atacados por soldados do outro lado, e agora, quando desejam voltar, os soldados se interpõem para impedi-los de voltar ao lar. Parece-me que há um caminho melhor que esse. Quando povos entram em choque, é melhor para ambos os lados reunirem-se sem armas e conversar sobre isso e encontrar algum modo pacífico de resolver."

A confrontação dessa fala de Cauda Pintada - e, de modo geral, a fala de todos os grandes chefes índios - com as do general Sheridan evidencia um quadro inverso daquele que o western clássico pintou. Longe de serem os monstros sanguinários desdenhosamente apelidados de "focinhos vermelhos", os índios eram respeitosos da natureza e da vida humana, enquanto os brancos não cessaram de dar reiteradas provas de selvageria. Além da já citada passagem, na qual ele estimulava a extinção do búfalo como mecanismo para implantação da civilização, o general Sheridan retrucou ao Comanche Tosawi, quando este se apresentou como "um bom índio": "Os únicos índios bons que já vi estavam mortos". Essa fala cruel e cínica marcou época, tornando-se um célebre aforismo sob a fórmula: "O único índio bom é um índio morto".

A ocupação do Oeste foi incrementada após o fim da Guerra de Secessão, em virtude de um plano governamental de fomento à agricultura que levou ao surgimento de conflitos entre os pecuaristas, acostumados a criar o gado livre, e os homesteaders (os lavradores) que tinham suas plantações invadidas pelo gado. Surgiram então as primeiras cercas de arame, já que a construção de cercas inteiramente em madeira era demasiado cara. O problema é que o arame utilizado se rompia durante o frio excessivo do inverno, além de não oferecer um obstáculo suficientemente dissuasivo para o gado. Diversos tipos de arame farpado apareceram neste período, até que, em 1873, um fazendeiro de Kalb, Illinois, Joseph Glidden, conseguiu a solução definitiva ao conceber a idéia de dispor as farpas ao longo de dois fios de arame retorcidos. Obteve sua patente no ano seguinte e o Glidden's Patent Steel Barb Fence Wire acabou se tornando o grande facilitador da ocupação definitiva do Oeste americano. Com sua invenção, os magníficos horizontes antes incomensuráveis e majestáticos das pradarias sem fim foram encolhendo, se apequenando e se fracionando para se ajustar às dimensões das concessões padrões de 160 acres concedidos aos homesteaders.

Esses colonos foram descritos por Paulo Perdigão, em Shane, como "gente pacata, de meia idade, com mulheres e filhos, não lidam com armas e temem violência, são simpáticos, alegres, comunicativos, amigos de seus amigos. Querem cultivar a terra, constituir família, construir cidades, igrejas, escolas e leis". Muito mais do que o vaqueiro errante, o fora-da-lei, ou o xerife, entidades míticas e emblemáticas do western - sempre portando o peculiar "chapéu de cowboy" desenhado por John Stetson - foi esse tipo de colono, cordato e trabalhador, o verdadeiro construtor do Oeste americano. Graças a eles, aos poucos foram surgindo pequenas localidades em meio a um número considerável de propriedades rurais, como a minúscula Winterset, fundada em 1849, onde o culto a cavalo é exacerbado a ponto de ali, ainda hoje, ser possível jogar bilhar sem apear, em estabelecimentos nos quais as montarias podem penetrar livremente. Nesta pequena localidade do Iowa nasceu, a 26 de maio de 1907, Marion Morrison, filho de um farmacêutico que se tornaria um dos mitos maiores do cinema de Western sob o pseudônimo de John Wayne.

O último episódio simbólico da forma insensata de como o Oeste foi ocupado ocorreu no Oklahoma. Ali, conforme relataram John Hicks e David Thompson: "Em uma insólita manhã de 1893, o governo dos Estados Unidos abriu à colonização a última área oficialmente considerada como território indígena: 25.900 quilômetros quadrados de terras boas para o pasto, conhecidos como Passagem Cherokee. Ao meio-dia, 100 mil pioneiros ávidos enfileiravam-se na entrada da Passagem, em seus cavalos, carroças, a pé ou mesmo em bicicletas. Com o tiro de largada, todos saíram em disparada, deixando para trás uma nuvem de poeira. Era a essência do senso de oportunidade, um grande jogo aberto a todos, em que as melhores terras caberiam aos mais rápidos".

A ocupação do Oeste se deu de maneira extremamente predadora também em relação aos recursos vegetais e minerais. A Corrida do Ouro, além de devastar áreas enormes de florestas, deixou para trás muitas cidades-fantasmas, abandonadas por seus habitantes quando os veios auríferos que lhes deram origem se exauriram. Em Nevada, Tuscarora e Paradise Valley são exemplos destas cidades. Nessa última, até fins da década de 1980 residiam, num hotel vazio e a ponto de desabar, Louise e Fred Buckinham, cujo pai - obviamente um garimpeiro - fora o fundador da cidade em fins do século XIX.

O resgate de uma herança cultural

Em 1828 o advogado George Catlin estava na Filadélfia quando se deparou com um grupo de índios em visita à cidade. O fascínio exercido pela visão destes nativos com suas belas roupagens fez com que ele dedicasse boa parte da década seguinte a pintá-los in loco em suas aldeias ou nas pradarias quando se dedicavam à caça. O périplo de Catlin foi impressionante, se desdobrando entre as áreas correspondentes aos atuais estados do Wisconsin, Minnesota, Oklahoma, Arkansas, Dakota e Montana. O importante conjunto de pinturas que reuniu teve seu valor artístico e antropológico reconhecido ainda no século XIX, ao ser incorporado ao acervo do Smithsonian American Art Museum na década de 1870. Dois outros pintores também focalizaram favoravelmente os índios neste período, o aquarelista alemão Karl Bodmer, que os retratou em seus locais de origem, ao integrar a comitiva de um príncipe alemão em visita aos EUA, e Charles Bird King, sediado em Washington, que retratou os índios em visita à capital federal para tratar de seus problemas no Congresso.

George Catlin também escreveu longamente sobre a cultura indígena, tratada por ele em uma dezena de livros, entre os quais o clássico North American Indians. Entre 1823 e 1841, porém com preocupações mais romanescas do que documentais, James Fenimore Cooper escreveu suas Leather-Stocking Novels que, apesar de empenhadas em construir o mito da epopéia norte-americana a partir do olhar do homem branco, também contribuíram para chamar a atenção sobre a cultura indígena, em particular O último dos Moicanos. Entre fins do século XIX (1898) e início do século XX (1930), quem mais se empenhou em valorizar e divulgar a cultura indígena foi o fotógrafo Edward Sheriff Curtis, autor de vastíssima série de fotografias depois reunida em 40 imponentes livros (congregando um total de 2.228 imagens), sob o patrocínio do banqueiro Pierpoint Morgan. Quando iniciou seu trabalho, na década de 1890, muitos dos costumes indígenas haviam sido abandonados ou esquecidos, o que o levou a efetuar em muitos casos o papel de pesquisador e recuperador de tradições perdidas, encomendando a confecção de roupas, adereços e utensílios para empregá-los em suas fotografias. Essas imagens, impregnadas do mais puro lirismo e da mais profunda nostalgia, constituem um inigualado réquiem artístico que em muito contribuiu para que os índios passassem a ser vistos com outros olhos, depois de um século de devastadores mal-entendidos.

Foi o cinema, no entanto, o veículo ideal para a reavaliação do conflituoso relacionamento entre os imigrantes europeus e os índios norte-americanos, passando primeiro de uma visão preconceituosa para uma abordagem irrestritamente pró-indígena, que tem em Dança com lobos, de Kevin Costner, um dos exemplos mais eloqüentes. Mas essa é outra história. Uma história que A. C. Gomes de Mattos conta admiravelmente em Publique-se a lenda: a história do western...

 

 


Saiba mais sobre os cinco primeiros títulos da Coleção Faroeste:
Os caçadores de recompensas
Hombre
Valdez vem aí
Quarenta chibatadas menos uma
Na mira da arma

Uma pequena história do oeste

Entrevista com A. C . Gomes de Mattos

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