omance
policial é coisa de homem? Até pode ser, mas
as mulheres também adoram lê-los e escrevê-los.
Basta lembrar que o nome mais popular no gênero é
Agatha Christie, inventora do carismático Hercule
Poirot e de romances como Assassinato no Expresso do
Oriente, O caso dos dez negrinhos e Cai
o pano.
A Editora Rocco já mostrou
que tem suas grandes damas do crime. Em novembro de 2003,
a editora lançou a coleção
Elas são de morte, uma série de romances
policiais assinados exclusivamente por mulheres. Os primeiros
exemplares que marcaram o início da série
foram: Uma aula de matar, de Ana
Arruda Callado; O jantar da lagartixa,
de Atenéia Feijó e O primeiro
crime, de Carmen Moreno. Em agosto de 2004,
a editora lança três novos títulos:
Vende-se vestido de noiva, de
Denise Assis, Saracusa.com,
de Eliene Narducci e Pescaria
de corpos, de Cláudia Mattos.
Novas autoras da série vêm por
aí: Scarlet Moon, Regina Zappa, Heloísa Marra,
Márcia Cezimbra, Mary del Priore e Denise Bandeira
já estão preparando seus livros. A jornalista
e escritora Denise de Assis, coordenadora de Elas
são de morte, diz que a proposta da coleção
é mostrar que o Brasil produz literatura policial
de qualidade e que as autoras brasileiras têm um jeito
muito peculiar de abordar o universo do crime, do sangue
e das investigações policiais.